quinta-feira, 23 de julho de 2009

Obama critica prisão de negro e reaviva tensão racial


WASHINGTON - O presidente americano, Barack Obama, reavivou a tensão racial nos Estados Unidos, a mesma que tenta, habitualmente, conter, ao chamar de "estúpida" a atitude da polícia, que deteve semana passada um amigo seu, negro e professor universitário.

A questão estava presente nesta quinta-feira nas televisões americanas e em blogs: será que o primeiro presidente negro dos Estados Unidos foi longe demais na noite de quarta-feira quando pôs a culpa, diante de milhões de telespectadores, na polícia da pequena cidade de Cambridge, no Estado de Massachusetts, pela detenção de Henry Louis Gates Jr? Mesmo que não dispusesse, como ele próprio confessou, de todos os elementos do caso?

Gates, especialista em questões africanas e afro-americanas na prestigiada Universidade de Harvard e amigo de longa data de Obama, foi detido semana passada após ter forçado a porta da própria casa, porque não encontrava suas chaves, ao retornar de uma viagem. A polícia foi alertada por uma vizinha que pensou numa tentativa de roubo, num primeiro momento.

Os fatos variam sensivelmente, se relatados pelo professor Gates ou por quem o deteve, o sargento James Crowley. Gates diz ter sido vítima de um comportamento racista. Gates foi levado à delegacia porque se comportou grosseiramente, afirma o policial.

"Não conheço inteiramente o caso", admitiu Obama em entrevista à imprensa na quarta-feira.

Mas, segundo ele, "a polícia se comportou de maneira estúpida ao deter alguém que tinha todas as provas na mão, inclusive a de estar na própria casa", comentou.

O episódio ilustra a importância que continua a revestir o fator racial nos Estados Unidos, apesar dos progressos, e este caso é a prova viva, disse Obama que, durante a campanha e desde a posse, vem observando uma certa reserva sobre a questão.

O policial não sabia, quando chegou à casa de Gates, se se tratava do proprietário ou de um criminoso, contou, e Gates não o ajudou.

Gates foi detido por perturbação à ordem pública, considerando o incidente um exemplo da forma com a qual a polícia trata os negros no país, afirmando que gostaria de receber um pedido de desculpas.

"Não haverá desculpas de minha parte, nada fiz de mal", respondeu o sargento Crowley, considerando "ridícula" a acusação de racismo.

fonte: jornal do brasil

Fica claro que o Presidente americano apesar da boa intenção de relatar o fato como mais um caso de racismo, era amigo intimo do réu em questão, mesmo que o racismo nos Estados Unidos não tenha terminado, e todos sabemos que ainda existe resquícios, ele não deveria nunca ter aceso a chama racial, devemos esquecer os tempos de guerra racial nos Estados Unidos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Morre aos 50 anos Michael Jackson, simplesmente um gênio.




Morre aos 50 anos Michael Jackson o gênio da musica pop, vou deixar de lado um pouco o ramo da política e vou prestar homenagem a esse grande artista, vamos lembrar que todo ser humano erra, comete falhas ao longo da vida e todos nós temos o direito de cometer erros e falhas, Michael foi um gênio da musica, era grande cantor, compositor, bailarino, sabia muito bem trabalhar o seu carisma para catalisar os milhões de fãs que o seguiam, inovou na arte de fazer clip, trabalhava em toda a concepção dos seus clips de forma magistral, transformando os seus clips em grandes histórias, quem nunca passou a frente da TV aos domingos esperando a apresentação do clip inédito de Michael nos anos 80? E quem não tem o disco Triller em casa?.



Quem viveu os anos 80 sabe que melhor que Michael e igual a ele nunca aparecerá, ele rompeu a barreira do novo e do preconceito e mudou a cara da música pop americana.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas


Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma.

O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões.

Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios.

"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse.

O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello.

"Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski.

Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma.

Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Hoje, o plenário confirmou a decisão.

Argumentos

A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento. Ela disse ainda que a profissão de jornalista não depende de conhecimentos técnicos.

"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."

A advogada afirmou ainda que em outros países, como Estados Unidos, França Itália e Alemanha, não há a exigência do diploma. "Nos EUA, a maioria esmagadora dos jornalistas é formada em escola, mas nem por isso se obriga a exigência de diploma", afirmou.

Já o advogado da Fenaj, João Roberto Fontes, saiu em defesa do diploma. Ele disse que há a necessidade do diploma para garantir a boa prática do jornalismo. "A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação", afirmou.

O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.

"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse.

Lei de Imprensa

No final de abril, o Supremo decidiu revogar a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Com isso, os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal.

Nos crimes contra a honra --calúnia, injúria e difamação--, o julgamento será feito com base no Código Penal, que tem punição mais branda que a Lei de Imprensa. Já os pedidos de indenização por danos morais e materiais serão julgados com base no Código Civil.

O direito de resposta, segundo o ministro do STF Menezes de Direito, não precisa de regulação pois já está previsto na Constituição, em seu artigo 5.

Já o presidente do STF, Gilmar Mendes, defendeu uma norma específica para tratar do direito de resposta. 'Não basta que a resposta seja no mesmo tempo, mas isso tem que ser normatizado. Vamos criar um vácuo? Esse é o único instrumento de defesa do cidadão.'

Sem essa norma específica, os juízes decidirão sobre o direito à resposta, seu tamanho e forma de publicação.

Fonte: folha

Não podemos de forma alguma confundir o direito adquirido pela constituição de 1988 sobre liberdade de expressão com a obrigatoriedade de regulamentação de uma profissão digna de repórter, o indivíduo tem sim direito de se expressar, de ter opiniões e fazer dela o uso que bem entende, acontece porém que na profissão de Repórter regulamentada e presente no Brasil a muitos anos, permite a pessoa que esta cursando o curso que deve ter a duração de quatro anos, aprender sim, termos técnicos que possam utilizar no seu labor diário, como a redação, edição, elaboração de um jornal, etc. Um Filósofo possui formação académica e usa o pensamento como forma principal de ferramenta, pensamento todos nós temos, você contrataria um médico pratico sem diploma para trabalhar no seu consultório? Visitaria um dentista que é autodidacta para se tratar? Garanto que as empresas jornalísticas do Brasil não vão contratar pessoas sem diploma para trabalhar nos seu jornais, ser livre para opinar e se expressar não nos torna um jornalista nato, claro que existem jornalistas que não são bons profissionais, como em qualquer profissão existe o bom e o ruim, mais é uma profissão de alto teor teórico e imensa responsabilidade, não podemos esquecer que a profissão jornalística foi considerada o quarto poder do País.

imagine agora a quantidade de jornais que serão criados, principalmente nas cidades do interior, por pessoas mais interessadas em ficar ricas a custas de notícias sem fundamento, é foi uma bola fora do STF.

terça-feira, 16 de junho de 2009

França diz que Air France e seguro vão indenizar famílias de vítimas, não governo


Presidentes brasileiro e francês se encontraram em Genebra, na Suíça.
Segundo Lula, Sarkozy havia prometido que governo pagaria indenizações.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia informado nesta segunda-feira (15) que durante um encontro com o presidente da França, Nicolas Sarkozy havia prometido que o governo francês indenizaria as vítimas do desastre do voo 447 da Air France. No início da noite, entretanto, a assessoria de imprensa do governo da França declarou que houve um mal entendido. Os responsáveis pela indenização seriam a companhia aérea e a seguradora da empresa - e não o governo francês. O presidente francês me garantiu que todas as famílias brasileiras e francesas serão indenizadas pelo governo dele [da França]", afirmou Lula, após um almoço em Genebra com o colega francês.

O presidente brasileiro ainda disse que Sarkozy manteria "uma busca incansável pela caixa-preta" da aeronave. "Isso será fundamental na investigação", afirmou Lula.

O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes.

O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro com direção a Paris em 31 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha. As buscas pelas vítimas do acidente continuam, por tempo indeterminado.

Fonte:g1


Mais uma vez Lula nos presenteia com uma pérola, será que ele não sabe que o Governo não pode assumir a responsabilidade do acidente, é um erro primário de um chefe de estado,o que o Presidente da França pode ter dito é que o Governo pode pressionar e se dedicar para que a empresa assuma a responsabilidade com o ocorrido.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Lula lança Plano Nacional de Formação dos Professores para melhorias na carreira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quinta-feira o Plano Nacional de Formação dos Professores, um pacote de medidas para reformar a carreira do magistério. A ideia é qualificar os que já estão em exercício e tornar mais rigoroso o ingresso dos futuros docentes.

Pela proposta serão criadas 330 mil vagas em 90 universidades públicas de 21 Estados para professores sem a formação legal ou graduados em áreas diferentes daquelas em que atuam. O governo deve investir R$1 bilhão para colocar o plano em prática.

Segundo um censo da educação básica de 2007 feito pelo Inep (Instituto de Pesquisas), ligado ao Ministério da Educação, do 1,8 milhão de professores de quinta a oitava série do país, 26,6% não têm a habilitação legal exigida para dar aulas nesse nível, que é diploma de ensino superior com licenciatura. Do total de docentes desse nível, 21,3% não têm nenhuma graduação e 5,3% têm diploma superior, mas sem a licenciatura.

Para o presidente, as medidas vão tornar as escolas públicas mais atrativas. "É muito difícil recuperar o exército de professores que foram maltratados lá atrás, é mais difícil do que pegar adolescentes hoje e formá-los professores. Mas o dado concreto é que precisamos caminhar para que as escolas públicas sejam de tamanha qualidade que a disputa das mães e dos pais seja para colocá-los em escolas públicas e não ocorra as fugas para escolas privadas como aconteceu nas décadas de 1970, 1980,1990", disse Lula.

O presidente afirmou que é preciso dar oportunidades para se criar pessoas "expressivas". "São oportunidades que fazem homens com o Obama [Barack Obama] chegarem à presidência dos Estados Unidos. É isso o que faz um negro como Milton Santos um dos maiores geógrafos do mundo", disse.

Outra proposta do plano estabelece uma nota mínima no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para quem quiser ingressar em um curso superior de formação de professores. A proposta precisa ser aprovada pelo Congresso. A justificativa do governo, no entanto, é que torna ainda mais difícil o ingresso em cursos de graduação para formação dos professores.

De acordo com os ministros, a nota de corte pode mudar de ano para ano. Nesse cálculo, teriam de ser levados em consideração a demanda da rede pública por professores, e o qualitativo.Para depois da universidade, o MEC fará um concurso nacional para seleção de professores da rede pública. A prova será feita pelo Inep, e os Estados e municípios interessados poderão usar o banco de dados com as notas dos aprovados.

Serão anunciadas ainda novas regras para a graduação em pedagogia em instituições privadas e federais --as estaduais e municipais não estão sob jurisdição do MEC. Os cursos terão de usar 70% da carga horária para formação de professores.  Fonte: Folha


Realmente existem muitos professores que não estão preparados para trabalhar,o governo poderia pensar também, na questão da melhoria do salário do profissional de ensino é uma vergonha o que os professores recebem de dinheiro no Brasil, tem que amar a profissão mesmo, tem que ser herói para lecionar no Brasil.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Chávez abre ilha a russos, mas nega base permanente




O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, confirmou no domingo que aviões bombardeiros estratégicos russos poderão utilizar uma pequena ilha venezuelana no mar do Caribe, mas negou ter oferecido a Moscou uma base permanente no local.
Um general russo disse no sábado que o presidente latino-americano havia oferecido uma base aeronaval venezuelana na ilha de La Orchila, a 180 km de Caracas e com uma superfície aproximada de 40 km quadrados.
"Eu disse ao presidente (Dimitry) Medvedev que cada vez que a aviação estratégica russa necessitar fazer um pouso na Venezuela para cumprir com seus planos estratégicos, a Venezuela está aqui às ordens", disse o mandatário em seu programa dominical de rádio e TV Alô, Presidente.
Chávez estreitou os laços diplomáticos, energéticos e comerciais com outros governos hostis a Washington, como Cuba, Irã e Rússia, para promover o que chama de mundo multipolar em contraposição à influência do "império norte-americano" na economia e na política global.
O militar russo acrescentou que o país também poderá utilizar quatro ou cinco bases aéreas em Cuba se os líderes de ambos os países aprovarem a medida.
Dois bombardeiros russos de grande alcance voaram à Venezuela no ano passado, semana antes de ambos os países realizarem manobras navais conjuntas desenhadas para mostrar o poderio militar de Moscou e irritar Washington com uma aproximação com seu principal crítico na região.
Rússia e Estados Unidos tentam recompor suas relações depois da mudança de ocupante da Casa Branca, apesar de persistirem diferenças em vários temas geopolíticos, como o plano de Washington de instalar um escudo antimísseis no leste da Europa.
Chávez, que apesar de algumas críticas se mantém em compasso de espera ante o novo presidente dos EUA, Barack Obama, realizou compras militares multimilionárias de equipamentos russos, incluindo fuzis de assalto AK-103 e helicópteros, que Washington afirma poderiam desestabilizar a região.
fonte: Terra

Logo agora que comemoramos os 50 anos da revolução cubana, o país que é o paraiso da esquerda, vem Chaves com mais essa, será que teremos mais uma guerra fria em breve? A aproximação da Rússia é preocupante.
Em baixo vai uma explicação básica sobre a guerra fria.

GUERRA FRIA

A Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991).
Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa entre o capitalismo, representado pelos EUA e o socialismo, defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos 1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso, muitas das disputas regionais e envolveram Estados capitalistas, como os Estados Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas.
É chamada "fria" porque não houve uma guerra direta entre as superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida pela construção de um grande arsenal de armas nucleares foi central durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se nos anos 1960 para 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do presidente estadunidense Ronald Reagan "Guerra nas Estrelas".
Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e reforçar as alianças regionais. A Guerra da Coréia (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962). Entretanto, durante todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS.
Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois grandes pólos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas EUA e URSS tinham capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de disuasão nuclear.
Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica, política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo aliado aos EUA, logo poderia ser visto com simpatia pelo soviético e receber apoio.

fonte:wikipedia

sexta-feira, 13 de março de 2009

Lula envia ao Congresso projeto que muda estatuto do torcedor


Texto criminaliza a violência nos estádios e proximidades.Governo quer que torcedores tenham carterinha para entrar em estádios.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou e enviou ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (13), o projeto de lei que pretende reformular o estatuto do torcedor. O texto propõe criminalizar atos de violência dos torcedores e das torcidas organizadas nos estádios de futebol e seus arredores e no trajeto para as partidas. Lula disse que as medidas são necessárias para levar as famílias de volta aos estádios. Na mesma cerimônia, Lula assinou um decreto regulamentando as exigências de laudos técnicos para funcionamento dos estádios.


Carteirinha

O governo está estabelecendo um acordo com o Ministério Público, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para melhoria das condições de conforto e segurança nos estádios de futebol. Entre as propostas desse grupo de trabalho está o cadastramento de todos os torcedores que freqüentarem as partidas de futebol, que terão que apresentar um cartão magnético com seus dados para entrar no estádio, uma espécie de carteirinha. Segundo o ministro do Esporte, o cadastro começa em junho e vai até o final do ano.

Ele não soube explicar como será feito o cadastramento nacional dos torcedores, mas disse que a emissão dos cartões magnéticos será gratuita. Apenas a segunda via é que seria cobrada dos torcedores. Menores de 16 anos devem ser dispensados do credenciamento.


Críticas

Contudo, mesmo antes de chegar ao Congresso, a proposta já é alvo de críticas das torcidas organizadas. Eles criticam a falta de diálogo do governo para elaborar o projeto e alegam que não podem ser responsáveis legalmente por todos os seus membros. “O projeto é bom, mas é muito duro com o torcedor. Eu acho que precisa de mais discussão”, analisou Robson Galdino, representante da torcida Mancha Verde, do Palmeiras, no Distrito Federal. O conselheiro da Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians, Marcelo Silva, disse que as torcidas não podem ser responsabilizadas por todos os atos de seus integrantes.

“Como é que vamos ser responsáveis pelo que cada membro da torcida faz a cinco quilômetros do estádio e no trajeto?”, questiona Silva. O presidente da Dragões da Real, torcida organizada do São Paulo, André Azevedo, também é contra essa parte da proposta. “Uma torcida, assim como todos os segmentos da sociedade, é formada por pessoas boas e ruins. Não há como controlar todos”, argumentou. O presidente ressaltou, durante o discurso, que hoje há “uma guerra demarcada” entre as torcidas e que, sempre que os torcedores se reúnem, acabam cometendo atos de violência. Contudo, ele fez questão de frisar que não é contra as torcidas organizadas. “Se você está sozinho, não quer que ninguém te perceba, mas se está em 20 ou 30, vira um galo de rinha. Além da lei, precisa de nova cultura. Não tenho nada contra e não sou contra as torcidas organizadas. Muitas vezes elas são o 12º jogador”, disse Lula. A proposta do governo foi apresentada na quinta-feira (12) pelos ministros do Esporte, Orlando Silva, e da Justiça, Tarso Genro. Além de tornar crimes atos violentos dos torcedores, o projeto de lei também prevê prisão para os cambistas e para aqueles que tentam fraudar resultados das partidas.

fonte: g1

Essa medida já deveria ser tomada a mais tempo, muitas pessoas tiveram suas famílias destruídas, e quem morre na maioria das vezes está se dirigindo ao estádio para se divertir e acaba morrendo, outra medida que poderia ser tomada é a diminuição do valor do ingresso, estipular um valor de ingresso que esteja de acordo com a sociedade brasileira.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Príncipe Charles e Camilla se reúnem com Lula em Brasília


BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quarta-feira o príncipe Charles da Inglaterra e sua esposa, Camilla, a duquesa da Cornualha, no primeiro dia dos quatro que durarão a visita do casal ao Brasil.


O príncipe de Gales e Camilla chegaram a Brasília após visitarem Santiago do Chile e, como primeira atividade, foram ao Congresso.O herdeiro da Coroa Britânica foi recebido pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Michel Temer, e do Senado, José Sarney.Após visitar o Congresso, Charles e a duquesa foram ao Palácio do Planalto e se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a primeira-dama, Marisa Letícia.No encontro, disseram fontes oficiais, Charles expressou suas preocupações com o meio ambiente e, especialmente, com a preservação da Amazônia, região que visitará no próximo fim de semana.Após a reunião com Lula, o casal foi para o hotel no qual está hospedado em Brasília e se dirigiu, depois, ao Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, para um jantar oferecido pelo chanceler Celso Amorim.Charles e Camilla viajarão amanhã para o Rio de Janeiro, onde o príncipe terá um encontro com empresários e especialistas em questões ambientais e participará de um seminário sobre o assunto organizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).Também no Rio de Janeiro, o casal conhecerá um projeto social que o ex-lutador de boxe britânico Luke Dowdney está desenvolvendo no Complexo da Maré.As duas últimas escalas na visita do príncipe e de sua esposa serão Manaus e Santarém, nas quais conhecerão as ameaças à floresta Amazônica.Após a visita ao Brasil, o casal irá para o Equador, de onde Charles e Camilla voltarão a Londres no dia 17.

fonte: ultimosegundo


Que bom que o Príncipe veio aproveitar a nossa marolinha que no resto do mundo acontecem tissunames aqui a nossa marolinha empolga cantores de rock e chefes de estado.

terça-feira, 10 de março de 2009

Dalai-lama diz que Tibete vive o 'inferno na Terra'



KANGDING - Policiais e soldados chineses posicionaram-se em cidades no Tibete e no conturbado oeste da China hoje em alerta para possíveis distúrbios durante o 50º aniversário de um levante contra Pequim. Num pronunciamento para marcar a data, o dalai-lama declarou hoje que o Tibete "vive o inferno na Terra sob o controle de Pequim". A China procurou se antecipar aos problemas no aniversário do fracassado levante de 1959 e de uma onda de violentas manifestações realizadas por tibetanos no ano passado. Os soldados e policiais foram posicionados em diversas comunidades no Tibete e em províncias próximas para impedir a realização de protestos.


O clima em Lhasa, a capital do Tibete, era calmo, mas a tensão era latente. O mesmo podia ser observado em outras cidades da região. Num discurso na cidade indiana de Dharamsala, onde vive no exílio, o dalai-lama acusou a China de devastar o território em ações que provocaram a morte de centenas de milhares de pessoas. "Até hoje os tibetanos do Tibete vivem com medo constante e as autoridades chinesas continuam suspeitando deles", disse o líder espiritual dos tibetanos ao denunciar a "brutal repressão" aos violentos protestos do ano passado.Depois do discurso do dalai-lama, milhares de jovens tibetanos saíram às ruas de Dharamsala exigindo que a China saia do Tibete. Também houve protestos de tibetanos em Nova Délhi (Índia), Seul (Coreia do Sul) e Camberra (Austrália). O dalai-lama é celebrado em grande parte do mundo como uma figura de autoridade moral, mas Pequim o acusa de tentar destruir a soberania da China por defender a independência do Tibete. O líder religioso, por sua vez, alega estar em busca de "autonomia verdadeira", e não da independência do Tibete.O dalai-lama estabeleceu-se na Índia depois que fugiu do Tibete, em 1959, quando um levante armado contra Pequim fracassou. O Tibete é parte integrante da China moderna. A China reivindicou soberania sobre o território no século 17. O Tibete chegou a tornar-se independente em 1912, depois da queda da dinastia Qing, mas foi anexado novamente de maneira oficial em 1950, meses depois da revolução liderada por Mao Tsé-tung, que levou os comunistas ao poder em Pequim.
Fonte: Estadão

É impressionante como a china (que fique bem claro que a India também possui uma pequena parte e taiwan também reinvidica um terrritório) não abre mão da independência do Tibete, continua sua perseguição desde o século 17, o que tanto atrai a região do Tibete ao chineses? Porque o Tibete é uma ameaça ao comunismo chinês? Um belo povo governado por um governo de exílio ao longos dos anos, o Tibete é um lugar principalmente de paz espiritual, onde está localizado o monte Evereste.



sábado, 3 de janeiro de 2009

programas sociais a lei do Lula.


Será que é preciso tanto programa social? isso não criaria uma acomodação da população? São apenas duas perguntas que ficam no ar.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Senado recorre ao STF para Câmara oficializar novas vagas de vereador


O Senado entrou nesta quinta-feira (19) com mandado de segurança contra a decisão da Mesa da Câmara dos Deputados de não promulgar emenda à Constituição que cria 7.343 novas vagas de vereadores no país. Na opinião do presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN) uma Casa do Legislativo não pode vetar uma decisão da outra. A criação das novas vagas de vereadores foi aprovada na madrugada desta quinta-feira (18), ma barrada pela Câmara na tarde do mesmo dia. A PEC aumenta o número de vereadores em todo o país para 59.791 vereadores Um artigo da PEC prevê que a mudança valerá para os vereadores que tomarão posse já no próximo mês. O parecer do relator, senador César Borges (PR-BA), prevê 24 faixas de limites de vereadores nas Câmaras Municipais. Os municípios com até 15 mil habitantes terão o mínimo de nove representantes e os municípios com mais de 8 milhões de habitantes terão o máximo de 55 vereadores.

Negociação
O advogado-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Mello, disse que a tese jurídica defendida no mandado de segurança sustenta que a parte da PEC que altera o número de vereadores é consensual entre as duas Casas. Sendo assim, Bandeira de Mello defendeu que a PEC pode ser promulgada, assim como já aconteceu em casos anteriores de divergência entre Câmara e Senado, como na Reforma do Judiciário e na Reforma da Previdência. Independentemente da ação protocolada, o advogado diz que o presidente do Senado, Garibaldi Alves, ainda acredita em recuo da Câmara. “Na verdade, o desejo do presidente Garibaldi é que a coisa se resolva pelo caminho negocial. Até o último minuto, a Câmara ainda pode voltar atrás e promulgar a emenda, que é o objetivo de todos”, disse Bandeira de Mello. “Se nem ao presidente da República, que tem o poder de veto sobre a produção legislativa ordinária e complementar, é dado vetar Proposta de Emenda à Constituição, não seria a Mesa de uma das Casas que teria essa prerrogativa constitucional, mormente porque a referida Proposta foi aprovada pelas duas casas do Congresso Nacional em dois turnos de votação”, destaca trecho do mandado de segurança. O mandado de segurança foi protocolado por Bandeira de Mello, pouco depois das 16h30 desta sexta. O processo foi distribuído para o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que tanto pode definir a questão ainda hoje, quanto deixar a análise para a volta dos trabalhos do Judiciário, no dia 2 de fevereiro. “Pedimos urgência, mas o Supremo a rigor não tem prazo. Se ele entender que a matéria é suficientemente urgente, ele irá despachar de imediato ou pode mesmo esperar o final do recesso”, disse Bandeira de Mello.

Gastos
Como garantia de que o aumento no número de vereadores não representará mais gasto no Orçamento de 2009, os parlamentares se comprometeram a votar, em fevereiro, emenda do senador Aloízio Mercadante (PT-SP) que mantém para o ano que vem o mesmo recurso orçamentário repassado às Câmaras Municipais em 2008. A emenda será incorporada a uma PEC paralela que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Durante a semana, vereadores de todo o país fizeram uma peregrinação aos gabinetes para pedir a inclusão da matéria entre as prioridades do esforço concentrado do Senado, evitando que a apreciação da PEC ficasse para o ano que vem. Esta é a última semana de trabalho dos parlamentares, que entram em recesso a partir de sexta-feira (19), voltando a trabalhar somente em fevereiro de 2009. A proposta também reduz o limite de gastos com as Câmaras Municipais. A PEC estabelece que poderão ser gastos o mínimo de 2% e o máximo de 4,5% do orçamento municipal. Atualmente, os gastos variam de 4,5% a 8%. fonte: g1


Se for pra criar novas leis que sejam benéficas ao município vai ser ótimo, mais todos sabemos que muitos não criam leis nem sabem o que significa legislativo, se for pra criar mais leis que moções de aplauso, acho válida a questão. Difícil o político saber o significado de legislativo, servidor do povo, muitos não sabem o que significa a palavra humanidade, o individualismo impera no meio político e isso preocupa porque fere o próprio sentido da palavra POLÍTICA.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Livro de Hitler e de Karl Marx ganham versão mangá no Japão





'Mein Kampf', escrito na prisão pelo líder nazista, ganha 1ª versão em quadrinhos.
Dois polêmicos e famosos livros ganharam os traços do mangá no Japão. Mein Kampf (em português, Minha Luta), escrito na prisão por Adolf Hitler, chegou às livrarias japonesas em novembro. Agora, em dezembro, é a vez de O Capital, de Karl Marx.
A iniciativa foi da editora japonesa East Press, que resolveu incluir estas duas obras na sua coleção Clássicos da Literatura em Mangá.
"A idéia é oferecer ao leitor a possibilidade de ler um clássico e entender os conceitos em apenas uma hora", explicou o editor-chefe Kosuke Maruo à BBC Brasil.
Mein Kampf é um livro polêmico, pois contém as sementes da ideologia anti-semita e nacionalista que marcou o nazismo. "A idéia não é apresentar Hitler como vilão ou herói, mas apenas mostrar quem era e o que ele pensava. Não estamos preocupados com polêmicas", disse Maruo.
O editor lembra também que o livro, cuja publicação e venda são proibidas em alguns países, já foi editado no Japão. "Além disso, todo mundo já conhece a história inteira e como os nazistas pensavam", reforça ele, que diz não ter recebido até agora nenhuma reclamação de leitor.
O mangá conta a história do líder nazista, desde a infância, até culminar na Segunda Guerra Mundial. Fala também do ódio que ele sentia pelos judeus. "Vendo a história de vida dele, não dá para achar que era uma pessoa totalmente ruim. Ele era apenas uma pessoa triste", defendeu o editor-chefe.
Entre as obras conhecidas da literatura e da filosofia que viraram mangá pela East Press estão Crime e Castigo, de Dostoiévski, Fausto, de Goethe, Rei Lear, de Shakespeare, e Guerra e Paz, de Tólstoi.
No total são 27 títulos lançados até agora, sendo 13 de autores estrangeiros.
Outros dois - Os Miseráveis, de Victor Hugo, e O Desespero Humano -
Doença até a Morte, do teólogo e filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard - já estão no forno e devem chegar às livrarias no começo de 2009.
O campeão de vendas é Kanikousen, inspirado na obra do escritor japonês Takiji Kobayashi. Na seqüência vem Os Irmãos Karamasov, de Dostoiévski. "Os títulos da série são obras que as pessoas conhecem, mas não têm muita paciência para ler até o fim", justificou o editor-chefe. Daí o sucesso de vendas.
Ao todo, segundo Maruo, já foram impressos 1,2 milhão de exemplares da série toda. Marx e o recém lançado mangá de Hitler chegam ao mercado com 30 mil cópias cada.
Teorias complexas
O lançamento de O Capital em mangá não poderia vir em um momento mais apropriado.
Muitos no Japão culpam o capitalismo - principal alvo de crítica na obra de Marx - pela atual crise financeira global.
Entre os principais conceitos da obra de Marx levados para a história do mangá estão a exploração do trabalhador, as diferenças de classes sociais e o surgimento da moeda geradora do lucro. "Com a recessão econômica que o país enfrenta agora, esperamos uma boa saída de O Capital", disse Maruo.
O editor-chefe garante, porém, que não foi proposital o lançamento da obra neste atual momento de crise. "Já estava nos planos da editora", disse ele, ao lembrar que um mangá, para ficar pronto, demora até cinco meses.
Diversidade de temas
Apesar da East Press ser uma das poucas no mercado a trabalhar com clássicos da literatura mundial, o segmento de mangás no Japão já vem usando há anos os traços orientais dos desenhos para explicar diversos temas.
Relações diplomáticas com a China, degustação avançada de vinhos, epidemia da gripe aviária, parábolas da Bíblia e até a nossa capoeira já viraram mangá no país. O formato compacto, o baixo custo e a linguagem popular ajudam a transformar este tipo de publicação em sucesso de vendas.