
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Governo prevê criação de agência para regular conteúdo de rádio e TV

domingo, 24 de outubro de 2010
A LUTA CONTINUA DEPOIS DO VOTO

Povo brasileiro vivemos um impasse: Em quem votar? Os dois candidatos a presidência do Brasil lutam COMO NUNCA SE VIU NA HISTÓRIA DESSE PAÍS pelo cargo Maximo, são denuncias em cima de denuncias, fica difícil saber qual dos dois é mais competente para assumir, Dilma diz que Serra abandona tudo o que faz, e que em seu programa de governo ele usa assuntos já discutidos pelo governo do PT, já Serra diz que Dilma não tem história para governar, que não tem competência para assumir o cargo, são muitas acusações de ambos os lados e pouca proposta de governo para beneficiar o povo, bem, o que devemos fazer antes de qualquer coisa é votar, devemos escolher um dos dois para assumir o cargo, se votarmos nulo ou branco não estaremos exercendo a cidadania, mais temos que tomar como exemplo o povo Frances, o poder do povo nas decisões governamentais é grande, o povo brasileiro a maioria não esta acostumado a lutar por seus direitos, a importância que a política tem em nossas vidas e nas vidas de nossos filhos é enorme, temos que ler mais jornais, sair as ruas e cobrar pelo o que o governo não tem feito para as nossas vidas a muito tempo, onde são usados os recursos dos impostos cobrados? Onde esta sendo usado o dinheiro dos juros exorbitantes cobrados? Porque o governo beneficia os bancos e as famílias estão se extinguindo? Sim companheiros de luta devemos vigiar e cobrar com veemência por uma saúde mais digna, por uma aposentadoria que nos deixe descansar depois dos longos 65 anos de luta, pela nossa segurança e paz; mais para que isso possa acontecer queridos companheiros devemos ler mais, procurar saber as leis que estão sendo criadas, se politizar mais, porque tudo que eles decidem dentro do circo do congresso influência em nossas vidas, vote no candidato que você acha que é melhor para o futuro do país mais nunca deixe de vigiar e cobrar o que não tem sido feito, juntam-se milhares para ver os jogos do time de coração, mais não se junta 2.000 pessoas para cobrar algo nas ruas, a não ser que a passeata seja patrocinada pelo estado ou município como foi a marcha pelo royalties, se não houver batalha e militância, nosso povo estará fadado a ser chamado somente de povo indignado e vendo nossos filhos e netos morrerem por um sistema que suga nossas vidas com leis que beneficiem o próprio bolso.
Welligton Vivas
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Israel se nega a cooperar com investigação sobre frota se ONU quiser interrogar militares

ação contra barcos que tentavam furar bloqueio a Gaza deixou nove mortos em maio.
O governo de Israel disse nesta terça-feira (10) que não cooperará com o grupo de especialistas da ONU (Organização das Nações Unidas) que investigará o ataque à frota humanitária que seguia para Gaza, em maio, se o grupo exigir que militares envolvidos no episódio sejam interrogados.
O ataque israelense ao grupo de barcos que tentavam furar o bloqueio ao território palestino deixou nove ativistas mortos e gerou críticas da comunidade internacional.
Em declarações à rádio militar de Israel, Nir Hefetz, o porta-voz do primeiro-ministro, Binyamin Netahyahu, disse que Israel não aceitará que seus militares passem por interrogatório.
- O primeiro-ministro comunicou claramente que se negará a cooperar e a participar em uma comissão que peça para interrogar soldados.
O porta-voz também disse que as negociações de bastidores sobre a investigação da ONU incluíam termos para que a comissão "não atentasse contra os interesses vitais de Israel".
- Antes que Israel anunciasse sua participação nesta comissão, asseguramos em intensas negociações nos bastidores que esta comissão seja equitativa, responsável e não atente contra os interesses vitais e a segurança de Israel.
Em entrevista coletiva, o secretário-geral da ONU garantiu total credibilidade ao grupo de investigadores e disse que não há qualquer tipo de acordo prévio.
- Não, nenhum acordo assim foi assinado nos bastidores.
fonte: r7
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Gandhi Frases e fotos.
Debate eleitoral tem audiência de 5,5 pontos; o futebol, 36,9
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Manifestoon, Manifesto Comunista - Legendado em Português
É importante tomarmos consciência de que só mudaremos o panorama político Brasileiro se o povo que sofre e que trabalha se unir e definir com o voto correto o caminho e o destino do nosso futuro, a união dos povos já provou em outras épocas que é transformadora, creio no povo brasileiro creio na união do povo contra a burguesia que envenena nossa alma, LUTE.
Câmara brasileira aprova moção para libertar iraniana condenada à morte

O texto, de autoria do deputado Raul Jungmann (PPS-PE), fala sobre a tradição brasileira de defesa dos diretos humanos e da oferta, feita pelo presidente Lula, de conceder asilo à iraniana e sua família.
Sua defesa diz que Sakineh era agredida pelo marido e não vivia como uma mulher casada havia dois anos, quando houve o homicídio. Mesmo assim, Sakineh foi, paralelamente à primeira ação, julgada e condenada por adultério.
Os juízes favoráveis à condenação de Sakineh à morte por apedrejamento votaram com base em uma polêmica figura do sistema jurídico do Irã chamada de "conhecimento do juiz", que dispensa a avaliação de provas e testemunhas.
No último fim de semana, Lula afirmou que iria usar sua "amizade" com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para propor que a iraniana tivesse asilo do Brasil.
A proposta, no entanto, foi recusada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Ramin Mehmanparast. Para ele, Lula ofereceu asilo com base em informações erradas.
APEDREJAMENTO
A Alta Corte de Teerã, no Irã, rejeitou nesta quarta-feira reabrir o caso de Sakineh Ashtiani, a iraniana condenada a morte por apedrejamento por adultério, e recomendou a manutenção da cruel pena. A informação foi divulgada pelo Comitê Internacional contra Apedrejamento.
A Alta Corte deve confirmar na próxima semana se a execução de Sakineh vai ser realizada.
O processo deve seguir agora para decisão final do vice-procurador-geral, Saeed Mortazavi. Caso a condenação seja confirmada, será uma derrota para a comunidade internacional que pressiona Teerã a desistir da cruel pena.
Todas estas decisões são tomadas sem a presença do advogado de Sakineh, Mohammad Mostafaei, que fugiu pela fronteira do país com a Turquia e entrou hoje com um pedido por asilo, de acordo com informações da agência da ONU para refugiados.
Mostafaei foi chamado a depor à Justiça iraniana no último dia 24. Depois de cerca de quatro horas de interrogatório, ele foi liberado, mas acabou reconvocado horas depois, já com a notícia da prisão dos seus familiares. Na ocasião, ONGs internacionais de defesa dos direitos humanos como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch lançaram apelos para que o governo de Mahmoud Ahmadinejad parasse com o "assédio" e a "intimidação" contra o advogado.
Três dias depois, a Justiça iraniana emitiu um mandado de prisão contra ele.
SAKINEH
Mãe de dois filhos, Sakineh foi condenada em maio de 2006 a receber 99 chibatadas por ter um "relacionamento ilícito" com um homem acusado de assassinar o marido dela. Sua defesa diz que Sakineh era agredida pelo marido e não vivia como uma mulher casada havia dois anos, quando houve o homicídio. Mesmo assim, Sakineh foi, paralelamente à primeira ação, julgada e condenada por adultério. Ela chegou a recorrer da sentença, mas um conselho de juízes a ratificou, ainda que em votação apertada --3 votos a 2.
Os juízes favoráveis à condenação de Sakineh à morte por apedrejamento votaram com base em uma polêmica figura do sistema jurídico do Irã chamada de "conhecimento do juiz", que dispensa a avaliação de provas e testemunhas.
Um abaixo-assinado on-line lançado há dois meses devolveu o caso ao centro das atenções. Em julho passado, pressionada, a Embaixada do Irã em Londres afirmou que Sakineh não seria morta por apedrejamento --sem, no entanto, descartar que ela fosse morta, porém por outro método, provavelmente o enforcamento.
Dias depois, o chefe do Judiciário da Província de Azerbaijão do Leste, Malek Ezhder Sharifi, responsável pelo caso, foi a público afirmar que não só considerava a sentença ao apedrejamento válida como passível de aplicação instantânea. Disse ainda que essa pena estava relacionada não só ao adultério mas também à acusação de Sakineh de coautoria no assassinato do marido.
BRASIL
No sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que iria usar sua "amizade" com Ahmadinejad para propor que a iraniana tivesse asilo do Brasil. "Se vale a minha amizade e o carinho que tenho pelo presidente do Irã e o povo iraniano, se essa mulher está causando incômodo, a receberíamos no Brasil de bom grado", disse.
Só ontem o governo iraniano fez os primeiros comentários públicos --e negativos-- sobre a proposta. Ramin Mehmanparast, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, disse que Lula fizera a oferta, provavelmente, com base em informações erradas. Completou ainda que Sakineh "cometeu um crime". "Pelo que sabemos, [o presidente Luiz Inácio Lula] da Silva é uma pessoa muito humana e emotiva, que provavelmente não recebeu informações suficientes sobre o caso", afirmou.
Em San Juan (Argentina), onde participava da cúpula do Mercosul, o presidente Lula disse ontem ter ficado "feliz" por Teerã ter percebido que é "muito emocional". "Não fiz um pedido [de asilo] formal. Fiz um pedido mais humanitário. Pelo que se fala na imprensa, ou [Sakineh] vai morrer apedrejada ou enforcada. Ou seja, nenhuma das duas mortes é humanamente aceitável. Por isso, fiz esse apelo. Obviamente, se houver disposição do Irã em conversar sobre esse assunto, teremos imenso prazer em conversar e, se for o caso, trazer essa mulher para o Brasil", reiterou o brasileiro.
Fonte: Folha online
Depois que Lula cometeu a gafe de revelar o teor da carta que Barak Obama enviou para ele, carta essa que dizia que Lula poderia tentar uma negociação com o Irã sobre o enriquecimento de Urânio, lula disse que estava perto de resolver o problema o que não e verdade, o presidente da republica querendo demonstrar o grande coração que tem, como nunca aconteceu na Historia desse país, pediu asilo para a Iraniana condenada a apedrejamento, ora e é desconhecer as leis de outro país, é querer atropelar a cultura de outro país em prol do marketing barato que não influencia ninguém, nem comove o todo poderoso TIO SAM.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
É preciso 'compatibilizar discursos', diz Lula sobre Irã e EUA

O presidente voltou a defender uma solução negociada com o Irã e o direito de o país possuir um programa nuclear para fins pacíficos. “O Irã tem o direito de ter o que o Brasil tem”, disse. Lula também voltou a defender que o Brasil tem “autoridade” para debater a questão internacionalmente.“Temos autoridade moral e política para discutir esse assunto com quem quer que seja. A paz não é privilégio de um ou outro país”, afirmou.
Questionado sobre se teria “medo” de que o Irã estivesse mentindo e que viesse a fabricar armas nucleares, o presidente disse que “não”.
Fonte: G1
Esse assunto referente a utilização do urânio pelo Iran bate de frente com um problema grave e antigo na relação ocidente e oriente, a visão que possuímos do povo oriental ainda é aquela formada pelo ocidente, de que os países orientais só tem terroristas dispostos a matar em nome de ala, do preconceito com a mulheres e etc, devemos levar em conta o medo americano de perder a sua hegemonia nuclear. Porque o Iran não pode ter armas nucleares e os Estados Unidos sim? Porque eles não podem produzir urânio para fins pacíficos? O direito que temos, eles também tem, o direito de ser uma nação livre de opiniões de pessoas que desconhecem sua cultura e seu modo de vida, a ONU deveria prestar mais atenção naquele que quer entre aspas resolver o problema se possível na marra como sempre fez, invadir para provar o errado.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Novos atentados em série deixam cinco mortos em Bagdá
Ao menos três explosões ocorreram em um espaço de minutos entre cada uma próximo à chamada Zona Verde, que abriga a embaixada dos Estados Unidos, o Parlamento iraquiano e outros prédios oficiais. Os ataques trazem à tona novamente a capacidade de proteção do governo iraquiano enquanto as forças americanas se preparam para deixar o país.
As explosões ocorrem exatamente uma semana depois que ataques suicidas, também quase simultâneos, mataram 127 pessoas e deixaram mais de 500 feridos numa série de cinco explosões – três delas tinham como alvo instalações do governo.
Ataques suicidas também atingiram prédios do governo e ministérios em 19 de agosto e 25 de outubro, em outra série de explosões que deixaram mais de 250 mortos.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Obama critica prisão de negro e reaviva tensão racial

WASHINGTON - O presidente americano, Barack Obama, reavivou a tensão racial nos Estados Unidos, a mesma que tenta, habitualmente, conter, ao chamar de "estúpida" a atitude da polícia, que deteve semana passada um amigo seu, negro e professor universitário.
A questão estava presente nesta quinta-feira nas televisões americanas e em blogs: será que o primeiro presidente negro dos Estados Unidos foi longe demais na noite de quarta-feira quando pôs a culpa, diante de milhões de telespectadores, na polícia da pequena cidade de Cambridge, no Estado de Massachusetts, pela detenção de Henry Louis Gates Jr? Mesmo que não dispusesse, como ele próprio confessou, de todos os elementos do caso?
Gates, especialista em questões africanas e afro-americanas na prestigiada Universidade de Harvard e amigo de longa data de Obama, foi detido semana passada após ter forçado a porta da própria casa, porque não encontrava suas chaves, ao retornar de uma viagem. A polícia foi alertada por uma vizinha que pensou numa tentativa de roubo, num primeiro momento.
Os fatos variam sensivelmente, se relatados pelo professor Gates ou por quem o deteve, o sargento James Crowley. Gates diz ter sido vítima de um comportamento racista. Gates foi levado à delegacia porque se comportou grosseiramente, afirma o policial.
"Não conheço inteiramente o caso", admitiu Obama em entrevista à imprensa na quarta-feira.
Mas, segundo ele, "a polícia se comportou de maneira estúpida ao deter alguém que tinha todas as provas na mão, inclusive a de estar na própria casa", comentou.
O episódio ilustra a importância que continua a revestir o fator racial nos Estados Unidos, apesar dos progressos, e este caso é a prova viva, disse Obama que, durante a campanha e desde a posse, vem observando uma certa reserva sobre a questão.
O policial não sabia, quando chegou à casa de Gates, se se tratava do proprietário ou de um criminoso, contou, e Gates não o ajudou.
Gates foi detido por perturbação à ordem pública, considerando o incidente um exemplo da forma com a qual a polícia trata os negros no país, afirmando que gostaria de receber um pedido de desculpas.
"Não haverá desculpas de minha parte, nada fiz de mal", respondeu o sargento Crowley, considerando "ridícula" a acusação de racismo.
fonte: jornal do brasil
Fica claro que o Presidente americano apesar da boa intenção de relatar o fato como mais um caso de racismo, era amigo intimo do réu em questão, mesmo que o racismo nos Estados Unidos não tenha terminado, e todos sabemos que ainda existe resquícios, ele não deveria nunca ter aceso a chama racial, devemos esquecer os tempos de guerra racial nos Estados Unidos.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Morre aos 50 anos Michael Jackson, simplesmente um gênio.

rando a apresentação do clip inédito de Michael nos anos 80? E quem não tem o disco Triller em casa?.quarta-feira, 17 de junho de 2009
Supremo derruba exigência do diploma para jornalistas

Por 8 a 1, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Só o ministro Marco Aurélio Mello votou pela manutenção do diploma.
O primeiro a votar foi o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, relator do caso. Mendes defendeu a extinção da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Na avaliação do presidente do STF, o decreto-lei 972/69, que estabelece que o diploma é necessário para o exercício da profissão de jornalista, não atende aos critérios da Constituição de 1988 para a regulamentação de profissões.
Mendes disse que o diploma para a profissão de jornalista não garante que não haverá danos irreparáveis ou prejudicar direitos alheios.
"Quando uma noticia não é verídica ela não será evitada pela exigência de que os jornalistas frequentem um curso de formação. É diferente de um motorista que coloca em risco a coletividade. A profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão. Não há razão para se acreditar que a exigência do diploma seja a forma mais adequada para evitar o exercício abusivo da profissão", disse.
O voto de Mendes foi seguido pelos ministros Carmen Lucia, Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso Mello.
"Esse decreto é mais um entulho do autoritarismo da ditadura militar que pretendia controlar as informações e afastar da redação dos veículos os intelectuais e pensadores que trabalhavam de forma isenta", disse Lewandowski.
Os ministros do STF aceitaram o recurso interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e Ministério Público Federal contra a obrigatoriedade do diploma.
Em novembro de 2006, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, havia decidido liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. Hoje, o plenário confirmou a decisão.
Argumentos
A advogada do Sertesp, Tais Gasparian, argumentou aos ministros que a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo é inconstitucional porque a Constituição de 1988 garante a liberdade de expressão e do livre pensamento. Ela disse ainda que a profissão de jornalista não depende de conhecimentos técnicos.
"A profissão não depende de um conhecimento técnico específico. A profissão de jornalista é desprovida de técnicas. É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo do conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade. A obtenção dessas medidas não ocorre nos bancos de uma faculdade de jornalismo."
A advogada afirmou ainda que em outros países, como Estados Unidos, França Itália e Alemanha, não há a exigência do diploma. "Nos EUA, a maioria esmagadora dos jornalistas é formada em escola, mas nem por isso se obriga a exigência de diploma", afirmou.
Já o advogado da Fenaj, João Roberto Fontes, saiu em defesa do diploma. Ele disse que há a necessidade do diploma para garantir a boa prática do jornalismo. "A exigência do diploma não impede ninguém de escrever em jornal. Não é exigido diploma para escrever em jornal, mas para exercer em período integral a profissão de jornalista. O jornalismo já foi chamado de quarto Poder da República. Será que não é necessário o conhecimento específico para ter poder desta envergadura? Um artigo escrito por um inepto poderá ter um efeito devastador e transformar leitores em vítimas da má informação", afirmou.
O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, por sua vez, disse que a obrigatoriedade do diploma pode prejudicar a informação do leitor.
"Não se pode fechar os olhos para o fato de que jornalismo é uma atividade multidisciplinar e que muitas notícias e artigos são prejudicados porque são produzidos apenas por um jornalista especialista em ser jornalista, sendo que em muitos casos essa informação poderia ter sido produzida por um jornalista com outras formações, com formação específica em medicina, em botânica, com grande formação acadêmica, mas que não pode exercer o jornalismo porque não tem diploma. Não se pode desprezar esse contexto", disse.
Lei de Imprensa
No final de abril, o Supremo decidiu revogar a Lei de Imprensa, criada no regime militar. Com isso, os jornalistas e os meios de comunicação serão processados e julgados com base nos artigos da Constituição Federal e dos Códigos Civil e Penal.
Nos crimes contra a honra --calúnia, injúria e difamação--, o julgamento será feito com base no Código Penal, que tem punição mais branda que a Lei de Imprensa. Já os pedidos de indenização por danos morais e materiais serão julgados com base no Código Civil.
O direito de resposta, segundo o ministro do STF Menezes de Direito, não precisa de regulação pois já está previsto na Constituição, em seu artigo 5.
Já o presidente do STF, Gilmar Mendes, defendeu uma norma específica para tratar do direito de resposta. 'Não basta que a resposta seja no mesmo tempo, mas isso tem que ser normatizado. Vamos criar um vácuo? Esse é o único instrumento de defesa do cidadão.'
Sem essa norma específica, os juízes decidirão sobre o direito à resposta, seu tamanho e forma de publicação.
Fonte: folha
Não podemos de forma alguma confundir o direito adquirido pela constituição de 1988 sobre liberdade de expressão com a obrigatoriedade de regulamentação de uma profissão digna de repórter, o indivíduo tem sim direito de se expressar, de ter opiniões e fazer dela o uso que bem entende, acontece porém que na profissão de Repórter regulamentada e presente no Brasil a muitos anos, permite a pessoa que esta cursando o curso que deve ter a duração de quatro anos, aprender sim, termos técnicos que possam utilizar no seu labor diário, como a redação, edição, elaboração de um jornal, etc. Um Filósofo possui formação académica e usa o pensamento como forma principal de ferramenta, pensamento todos nós temos, você contrataria um médico pratico sem diploma para trabalhar no seu consultório? Visitaria um dentista que é autodidacta para se tratar? Garanto que as empresas jornalísticas do Brasil não vão contratar pessoas sem diploma para trabalhar nos seu jornais, ser livre para opinar e se expressar não nos torna um jornalista nato, claro que existem jornalistas que não são bons profissionais, como em qualquer profissão existe o bom e o ruim, mais é uma profissão de alto teor teórico e imensa responsabilidade, não podemos esquecer que a profissão jornalística já foi considerada o quarto poder do País.
imagine agora a quantidade de jornais que serão criados, principalmente nas cidades do interior, por pessoas mais interessadas em ficar ricas a custas de notícias sem fundamento, é foi uma bola fora do STF.
terça-feira, 16 de junho de 2009
França diz que Air France e seguro vão indenizar famílias de vítimas, não governo

Presidentes brasileiro e francês se encontraram em Genebra, na Suíça.
Segundo Lula, Sarkozy havia prometido que governo pagaria indenizações.
O presidente brasileiro ainda disse que Sarkozy manteria "uma busca incansável pela caixa-preta" da aeronave. "Isso será fundamental na investigação", afirmou Lula.
O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes.
O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro com direção a Paris em 31 de maio, às 19h30 (horário de Brasília), e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha. As buscas pelas vítimas do acidente continuam, por tempo indeterminado.
Fonte:g1
Mais uma vez Lula nos presenteia com uma pérola, será que ele não sabe que o Governo não pode assumir a responsabilidade do acidente, é um erro primário de um chefe de estado,o que o Presidente da França pode ter dito é que o Governo pode pressionar e se dedicar para que a empresa assuma a responsabilidade com o ocorrido.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Lula lança Plano Nacional de Formação dos Professores para melhorias na carreira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quinta-feira o Plano Nacional de Formação dos Professores, um pacote de medidas para reformar a carreira do magistério. A ideia é qualificar os que já estão em exercício e tornar mais rigoroso o ingresso dos futuros docentes.
Pela proposta serão criadas 330 mil vagas em 90 universidades públicas de 21 Estados para professores sem a formação legal ou graduados em áreas diferentes daquelas em que atuam. O governo deve investir R$1 bilhão para colocar o plano em prática.
Segundo um censo da educação básica de 2007 feito pelo Inep (Instituto de Pesquisas), ligado ao Ministério da Educação, do 1,8 milhão de professores de quinta a oitava série do país, 26,6% não têm a habilitação legal exigida para dar aulas nesse nível, que é diploma de ensino superior com licenciatura. Do total de docentes desse nível, 21,3% não têm nenhuma graduação e 5,3% têm diploma superior, mas sem a licenciatura.
Para o presidente, as medidas vão tornar as escolas públicas mais atrativas. "É muito difícil recuperar o exército de professores que foram maltratados lá atrás, é mais difícil do que pegar adolescentes hoje e formá-los professores. Mas o dado concreto é que precisamos caminhar para que as escolas públicas sejam de tamanha qualidade que a disputa das mães e dos pais seja para colocá-los em escolas públicas e não ocorra as fugas para escolas privadas como aconteceu nas décadas de 1970, 1980,1990", disse Lula.
O presidente afirmou que é preciso dar oportunidades para se criar pessoas "expressivas". "São oportunidades que fazem homens com o Obama [Barack Obama] chegarem à presidência dos Estados Unidos. É isso o que faz um negro como Milton Santos um dos maiores geógrafos do mundo", disse.
Outra proposta do plano estabelece uma nota mínima no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para quem quiser ingressar em um curso superior de formação de professores. A proposta precisa ser aprovada pelo Congresso. A justificativa do governo, no entanto, é que torna ainda mais difícil o ingresso em cursos de graduação para formação dos professores.
De acordo com os ministros, a nota de corte pode mudar de ano para ano. Nesse cálculo, teriam de ser levados em consideração a demanda da rede pública por professores, e o qualitativo.Para depois da universidade, o MEC fará um concurso nacional para seleção de professores da rede pública. A prova será feita pelo Inep, e os Estados e municípios interessados poderão usar o banco de dados com as notas dos aprovados.
Serão anunciadas ainda novas regras para a graduação em pedagogia em instituições privadas e federais --as estaduais e municipais não estão sob jurisdição do MEC. Os cursos terão de usar 70% da carga horária para formação de professores. Fonte: Folha
Realmente existem muitos professores que não estão preparados para trabalhar,o governo poderia pensar também, na questão da melhoria do salário do profissional de ensino é uma vergonha o que os professores recebem de dinheiro no Brasil, tem que amar a profissão mesmo, tem que ser herói para lecionar no Brasil.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Chávez abre ilha a russos, mas nega base permanente

Um general russo disse no sábado que o presidente latino-americano havia oferecido uma base aeronaval venezuelana na ilha de La Orchila, a 180 km de Caracas e com uma superfície aproximada de 40 km quadrados.
"Eu disse ao presidente (Dimitry) Medvedev que cada vez que a aviação estratégica russa necessitar fazer um pouso na Venezuela para cumprir com seus planos estratégicos, a Venezuela está aqui às ordens", disse o mandatário em seu programa dominical de rádio e TV Alô, Presidente.
Chávez estreitou os laços diplomáticos, energéticos e comerciais com outros governos hostis a Washington, como Cuba, Irã e Rússia, para promover o que chama de mundo multipolar em contraposição à influência do "império norte-americano" na economia e na política global.
O militar russo acrescentou que o país também poderá utilizar quatro ou cinco bases aéreas em Cuba se os líderes de ambos os países aprovarem a medida.
Dois bombardeiros russos de grande alcance voaram à Venezuela no ano passado, semana antes de ambos os países realizarem manobras navais conjuntas desenhadas para mostrar o poderio militar de Moscou e irritar Washington com uma aproximação com seu principal crítico na região.
Rússia e Estados Unidos tentam recompor suas relações depois da mudança de ocupante da Casa Branca, apesar de persistirem diferenças em vários temas geopolíticos, como o plano de Washington de instalar um escudo antimísseis no leste da Europa.
Chávez, que apesar de algumas críticas se mantém em compasso de espera ante o novo presidente dos EUA, Barack Obama, realizou compras militares multimilionárias de equipamentos russos, incluindo fuzis de assalto AK-103 e helicópteros, que Washington afirma poderiam desestabilizar a região.
A Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991).Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa entre o capitalismo, representado pelos EUA e o socialismo, defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos 1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso, muitas das disputas regionais e envolveram Estados capitalistas, como os Estados Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas.
É chamada "fria" porque não houve uma guerra direta entre as superpotências, dada a inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida pela construção de um grande arsenal de armas nucleares foi central durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se nos anos 1960 para 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do presidente estadunidense Ronald Reagan "Guerra nas Estrelas".
Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e reforçar as alianças regionais. A Guerra da Coréia (1950-1953), a Guerra do Vietnã (1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962). Entretanto, durante todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS.
Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois grandes pólos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas EUA e URSS tinham capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de disuasão nuclear.
Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica, política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo aliado aos EUA, logo poderia ser visto com simpatia pelo soviético e receber apoio.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Lula envia ao Congresso projeto que muda estatuto do torcedor

Ele não soube explicar como será feito o cadastramento nacional dos torcedores, mas disse que a emissão dos cartões magnéticos será gratuita. Apenas a segunda via é que seria cobrada dos torcedores. Menores de 16 anos devem ser dispensados do credenciamento.